Antes dos trinta

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Em 2016 eu vou fazer 28 anos. Vinte e oito!!!

Fico até assustada com esse número, porque eu não me vejo com essa idade. Não sei se as pessoas tem “cara da idade” que tem, mas definitivamente eu não estou hoje como achei que estaria! As vezes eu preciso fazer mentalmente a conta para ver se não estou errando [ 2016 – 1988 = isso mesmo ].

O mundo muda muito, né? A minha imaginação e as preferências também, para minha sorte. Ao longo desses 27 anos aprendi uma porção de coisas e a maturidade veio comigo, acompanhando o meu processo e não me deixando agir com a emoção em todos os momentos.

Nos últimos dois anos tenho dado uns pt por conta disso, com medo, com receio, assustada com a “pressa” do tempo e ao mesmo tempo me vendo desejando acelerar esse mesmo tempo para que algumas coisas possam acontecer, porque essa idade me traz uma lembrança de uma cultura que atrela muita coisa à essa fase da vida. E muitas das quais eu não tenho ou nem estou perto de ter! Então eu resolvi não pirar com essas ~quase três décadas nas costas! Ou estou tentando isso.

Ter filho, casar, ter estabilidade financeira, ser bem sucedida no trabalho, morar sozinha… nada disso faz parte da minha vida, pelo menos não ainda. Algumas delas, inclusive, não desejo que aconteçam tão cedo! E boa parte deixou de me incomodar, porque eu fui percebendo que o incômodo que causavam em mim era devido à opinião e “achismo” alheio, que em NADA tem a ver com a minha vida.

Não tem como negar que o tal do tempo as vezes me proporciona monólogos ensurdecedores! E o medo de que algumas coisas não aconteçam, que os caminhos resolvam complicar muito e que o meu medo seja maior do que a vontade. Mas uma das coisas que tento e teimo aprender ao longo desses quase vinte e oito anos é que tudo que tiver que acontecer, acontece. E meu esforço também faz parte dessa “casualidade” toda que a gente acredita existir. O universo não age sozinho, ele responde. Então eu preciso me fazer ser ouvida também. E saber a hora certa ou precisa de deixar tudo em silencio, aguardando a resposta. Gritar não vai acelerar nada e, a julgar pelo que eu queria aos 16 anos, é melhor que ele não me escute e faça imediatamente o que eu acho desejar. MESMO!

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